Racismo ambiental la "ley viva" de los pueblos indígenas: Una lectura de la Teoría Crítica de los Derechos Humanos
DOI:
https://doi.org/10.24142/raju.v17n35a15Palabras clave:
Racismo ambiental, Ley viva, Pueblos indígenas brasileños, Bien VivirResumen
Este artículo tiene como objetivo discutir el actual desmantelamiento de las políticas ambientales en Brasil, referidas al Racismo Ambiental y a la Teoría Crítica de los Derechos Humanos, desde la perspectiva del "derecho vivo" de los pueblos indígenas brasileños, ya que expone la importancia de una reflexión orientada a construir un nuevo paradigma civilizatorio para estos grupos vulnerables, basado en una sociedad igualitaria y justa. Indicamos que el racismo ambiental que sufren los pueblos indígenas brasileños, junto con la dificultad de elaborar políticas públicas universales debido a sus diversidades culturales, exige un entendimiento particular y especial desde un derecho vivo, basado en la Teoría Crítica de los Derechos Humanos, que parte del proceso de luchas sociales de estos pueblos. Destacamos que las prácticas del "Buen Vivir", basadas en la perspectiva crítica del Derecho, pueden constituir un referente contrahegemónico al encuentro de un paradigma civilizatorio a estos grupos étnicos vulnerables y marginados por la matriz colonial de poder.
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