Vozes da periferia
DOI:
https://doi.org/10.24142/raju.v10n21a3Palavras-chave:
Descolonial, cogito cartesiano, conquista, pluri universalResumo
Europa concebeu e desenhou o mundo a sua imagem e semelhança, em termos ideológicos, desde o século XVII, e pela forca a partir da descoberta (1492); isto levou à idéia de que somente se pensa desde o velho continente e que o restante da humanidade tem um papel somente gregário na compreensão de qualquer campo do saber. Isto não é verdade, a América Latina, a África e a Ásia têm alguma coisa, e bem mais do que isso, muito que dizer e contradizer. Daí que as ideias, quando genuínas, não se restringem num âmbito nacional, nem a uma cor de pele ou numa tradição determinada, senão que são patrimônio inestimável e inapropriável do gênero humano. Pensar desde a periferia é levantar a voz de protesto, de uma reclamação de reconhecimento contra e diante aqueles que têm adotado esta tarefa desde uma posição de raça e de força.
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