Transfobia, heteronormativismo una política carcelaria brasilera
DOI:
https://doi.org/10.24142/raju.v19n38a13Palabras clave:
transfobia, política carcelaria, garantismo penalResumen
Este artículo aborda la transfobia en la política carcelaria brasileña, a la luz de la Teoría del Garantismo aplicada a la Ley de Ejecución Penal (LEP). Se problematiza en este sentido cuál es la importancia de una comprensión hermenéutica genuinamente garantista de la LEP para combatir la transfobia en la política carcelaria brasileña. El objetivo general es proponer una revisión de la política carcelaria brasileña, establecida en dicho marco legal, a través de cambios legislativos, para que se incluya la identidad de género como factor de discriminación positiva en el ámbito penitenciario. Para lograr este objetivo, se intenta: analizar las particularidades de la política carcelaria brasileña; estudiar cómo el prejuicio influye de afuera hacia adentro de la cárcel; e investigar cómo la Teoría del Garantismo Penal puede aplicarse a la Ley de Ejecución en beneficio de la diversidad sexual dentro de la prisión. Se adopta una aproximación del tema y una investigación dialéctica en la realización del trabajo, usando el método descriptivo, con la recopilación de datos y revisión bibliográfica, utilizando libros, artículos, entre otras obras sobre el tema, así como la legislación nacional, y puede clasificarse como cualitativo-cuantitativo. Se concluye que el prejuicio y la discriminación tienen su origen fuera de la cárcel y esta realidad influye negativamente en la política carcelaria brasileña y conduce al irrespeto de los derechos que pueden resolverse mediante un cambio de mentalidad por parte de la población y la acción del Estado a través de políticas públicas y su actividad legislativa con la reforma de artículos en la LEP y también en su actividad judicial garantizando los derechos.
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