Las luchas por los derechos desde las epistemologías del Sur y el potencial del Nuevo Constitucionalismo Latinoamericano
DOI:
https://doi.org/10.24142/raju.v17n34a2Palabras clave:
Derechos Humanos, Decolonialidad, Epistemologías del Sur, Nuevo Constitucionalismo LatinoamericanoResumen
El presente trabajo tiene como tema la problematización de la teoría dominante de los derechos humanos desde las epistemologías del Sur. El objetivo es indicar las potencialidades decoloniales del Nuevo Constitucionalismo Latinoamericano con vistas en las luchas por derechos de los pueblos subalternizados. Tal esfuerzo afirma la importancia de los procesos históricos y los textos de derechos humanos, así como provoca reflexiones sobre la hegemonía colonial-patriarcal frente a realidades profundamente diversas. Para su realización se utiliza una investigación teórica interdisciplinar, cualitativa, de análisis de contenido, que permite una comprensión decolonial del problema desde el enfoque hipotético-deductivo. Se opta por el uso del término decolonial, y no descolonial, entendiendo que el término representa una resistencia epistemológica, práctica y política basada en conductas insurgentes para promover propuestas plurales. Se afirman algunas concepciones sobre la colonialidad de los derechos humanos, analizando su limitación para alcanzar a las particularidades y pluriversidades de las vidas subalternas, en las perspectivas que contemplan el discurso de las luchas por los derechos tal como se practican en diversas luchas por la descolonización. En este sentido, se volver más fuerte la promoción de nuevas culturas de derechos humanos, basadas en la pluralidad de legítimos anhelos por dignidad. Se aportan elementos significativos para avances en los debates encaminados a consolidar las resistencias frente a la colonialidad y la modernidad eurocéntricas. Desde las epistemologías del Sur, se demuestra el desvelamiento de relaciones de poder que se valen de las categorías de raza y género, fortaleciendo nuevas epistemologías y paradigmas de decolonización y despatriarización de la sociedad.
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