Para uma epistemologia decolonial biocêntrica latino-americana

Autores

DOI:

https://doi.org/10.24142/raju.v17n35a1

Palavras-chave:

América Latina, Biocentrismo, Epistemologia, Ontologia, Método, Sustentabilidade, Tecnicidade, Decolonialidade

Resumo

A transformação sociopolítica em que aposta uma massa considerável do território-corpo-nação do Chile nos convida a questionar nossa postura ética e política na hora de produzir conhecimento. É realizada uma análise crítica da realidade dos cientistas sociais na região latino-americana, questionando a produção do conhecimento e sua sustentabilidade em um contexto global capitalizado e regido pelo tecnicismo. Postulando a importância de aprender a sustentar questões e incertezas no período de transição sem abandonar uma abordagem crítica que incorpore a transindividualidade e a decolonialidade.

Biografia do Autor

María José Sepúlveda Arellano, Instituto Forestal de Chile

Trabajadora e Investigadora Social con experiencia en el área de transferencia tecnológica, urbanismo e interculturalidad. Activista feminista parte del Grupo Latino Americano de Ecofeminismo.  Investigadora en el Instituto Forestal de Chile y Asesora Externa de Fundación Basura.

Referências

Lugones, M (2014) Colonialidad y Género, Editorial Subversión Feminista. Frontera Sur Biobío.

Combes, M. (2017). Una filosofia de lo transindividual . Ciudad Autonoma de Buenos Aires, Cactus .

Díaz, J. (2021). Microscopio Invertido. Libros de Cardo.

Quijano, A. (2000). Colonialidad del Poder y Clasificación Social. Journal of World Systems Research.

Publicado

2022-10-08

Como Citar

Sepúlveda Arellano, M. J. (2022). Para uma epistemologia decolonial biocêntrica latino-americana. Ratio Juris UNAULA, 17(35), 407–416. https://doi.org/10.24142/raju.v17n35a1

Edição

Seção

Editorial