¿Qual é exatamente o problema com a supremacía judiciária? Estado de direito, legitimação moral e a construção do direito constitucional

Autores

  • Kenneth Einar Himma Universidad de Washington.

DOI:

https://doi.org/10.24142/raju.v10n20a5

Palavras-chave:

Supremacia judiciária, Estado de Direito (EdD), teoria moral normativa, filosofia política normativa

Resumo

Este ensaio revisa o assunto sobre se a supremacia judiciária, segundo o modelo americano, satisfaz as normas de moralidade política que caem sob a rubrica do “Estado de direito” (daqui para frente, EdD). Há uma serie de perguntas que feitas sobre as que vou discutir aqui: 1) O que é exatamente o EdD? 2) Como está ligado o EdD a outras normas de moralidade política normativa relevantes a respeito da avaliação das práticas legais judiciais e de outro tipo? 3) Tem alguma razão para pensar que a supremacia judiciária está em conflito com as normas relevantes do EdD? 4) Caso de uma resposta afirmativa à pergunta 3, o que isso diz se supremacia judiciária está moralmente justificada? Parto da concepção processo-funcional de F. A. Hayek como minha concepção de trabalho de EdD, para considerar se a supremacia judiciária está em conflito com os princípios relevantes do EdD. Embora este documento se refira especificamente a uma tensão aparente entre a supremacia judiciária e os princípios relevantes do EdD, a parte mais importante da análise está direcionada para a explicação do assunto moral real e a forma em que ele vai para além das considerações do EdD.

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Biografia do Autor

Kenneth Einar Himma, Universidad de Washington.

Magíster de la Universidad de California y PhD de la Universidad de Washington. Ha sido profesor de Seattle Pacific University y de la Facultad de Derecho de la Universidad de Washington.

Referências

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Publicado

2015-01-22

Como Citar

Himma, K. E. (2015). ¿Qual é exatamente o problema com a supremacía judiciária? Estado de direito, legitimação moral e a construção do direito constitucional. Ratio Juris UNAULA, 10(20), 141–177. https://doi.org/10.24142/raju.v10n20a5

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