Lenguaje sencillo y derecho visual en el poder judicial de Paraná

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.24142/raju.v20n40a9

Palabras clave:

Brasil, derechos fundamentales, lenguaje simple, derecho visual

Resumen

A menudo se critica la comunicación jurídica por ser prolija y difícil de entender. El acceso a la justicia es un derecho fundamental que puede verse obstaculizado por el lenguaje, y el fenómeno global del uso de nuevas técnicas de comunicación puede ser la solución. El artículo analiza el uso y la receptividad de las prácticas del lenguaje simple, más concretamente del derecho visual, en el Poder Judicial del Estado brasileño de Paraná. En primer lugar, se presenta una investigación bibliográfica y documental, con un objetivo descriptivo, dirigido a la delimitación conceptual y a la presentación resumida de la regulación normativa de la materia en Brasil. A continuación, se presentan y se discuten los resultados de la investigación empírica realizada con los magistrados y sus equipos en el Poder Judicial de Paraná, para evaluar la aceptación del derecho visual. La conclusión es que, a pesar de la potencial aceptación para facilitar la comunicación y democratizar el conocimiento, persisten el desafío de la cultura jurídica y organizacional establecida, y la confusión entre la simple información y el uso banal de elementos visuales. Además, la correcta aplicación del derecho visual requiere multidisciplinariedad y profesionales de diferentes áreas del conocimiento.

Biografía del autor/a

Taysa Schiocchet, Universidade Federal do Paraná

Professora da Faculdade de Direito e do Programa de Pós-Graduação em Direito da ufpr. Pesquisadora CNPq. Doutora em Direito (UFPR), com Período de Estudos Doutorais na Université Paris I (França) e flacso (Argentina). Pós-Doutorado em Direito na Universidad Autónoma de Madrid (Espanha). Professora Visitante na Université Paris X, UNED e na FMSH/EHESS. Coordenadora da Clínica de Direitos Humanos da UFPR. Advogada. Os temas prioritários de pesquisa e atuação são: Direitos Humanos em perspectiva de gênero, Bioética e Direito Biomédico, Direitos Sexuais e Reprodutivos, Clínicas Jurídicas. 

Aléxia Luiza Pereira de Andrade, Universidade Federal do Paraná

Advogada formada pela UFPR (2018), especialista em Direito Constitucional pela Academia Brasileira de Direito Constitucional (2020) e mestranda em Direito (UFPR). Pesquisadora da Clínica de Direitos Humanos da UFPR e do Grupo de Pesquisa Informação, Direito e Sociedade (INFOJUS).

Paula Carina de Araújo, Universidade Federal do Paraná

Docente do Departamento de Ciência e Gestão da Informação e do Programa de Pós-graduação em Gestão da Informação da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Coordenadora da Coordenadoria dos Programas de Pós-Graduação da Pró-Reitoria de Pós-Graduação da UFPR. Atua como Editora Chefe da Revista AtoZ: novas práticas em informação e conhecimento. É líder do Grupo de Pesquisa Metodologias para Gestão da Informação e colíder do Grupo de Pesquisa Informação, Direito e Sociedade (INFOJUS). Doutora em Ciência da Informação pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Foi Bolsista Fulbright na The Information School-University of Washington (UW) nos Estados Unidos. Mestre em Ciência, Gestão e Tecnologia da Informação pela UFPR. É Bacharel em Biblioteconomia com Habilitação em Gestão da Informação pela Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC).

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Publicado

2025-04-29

Cómo citar

Schiocchet, T., Pereira de Andrade, A. L., & de Araújo, P. C. (2025). Lenguaje sencillo y derecho visual en el poder judicial de Paraná. Ratio Juris (UNAULA), 20(40), 247–270. https://doi.org/10.24142/raju.v20n40a9

Número

Sección

Artículos de investigación