Lenguaje sencillo y derecho visual en el poder judicial de Paraná
DOI:
https://doi.org/10.24142/raju.v20n40a9Palabras clave:
Brasil, derechos fundamentales, lenguaje simple, derecho visualResumen
A menudo se critica la comunicación jurídica por ser prolija y difícil de entender. El acceso a la justicia es un derecho fundamental que puede verse obstaculizado por el lenguaje, y el fenómeno global del uso de nuevas técnicas de comunicación puede ser la solución. El artículo analiza el uso y la receptividad de las prácticas del lenguaje simple, más concretamente del derecho visual, en el Poder Judicial del Estado brasileño de Paraná. En primer lugar, se presenta una investigación bibliográfica y documental, con un objetivo descriptivo, dirigido a la delimitación conceptual y a la presentación resumida de la regulación normativa de la materia en Brasil. A continuación, se presentan y se discuten los resultados de la investigación empírica realizada con los magistrados y sus equipos en el Poder Judicial de Paraná, para evaluar la aceptación del derecho visual. La conclusión es que, a pesar de la potencial aceptación para facilitar la comunicación y democratizar el conocimiento, persisten el desafío de la cultura jurídica y organizacional establecida, y la confusión entre la simple información y el uso banal de elementos visuales. Además, la correcta aplicación del derecho visual requiere multidisciplinariedad y profesionales de diferentes áreas del conocimiento.
Citas
Arantes, L. C. (2022). Da combinação entre visual law e multimodalidade como forma de comunicação para garantia do acesso à justiça: Uma revisão. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 8(4), 758-771. https://doi.org/10.51891/rease.v8i4.4983.
Arrabal, A. K. e Schulz, A. P. (2023). A linguagem visual na comunicação do judiciário brasileiro. Revista de Legal Design & Visual Law. Boletim da repercussão geral divulgado pelo stf está com novo visual (2024). Supremo Tribunal Federal. https://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=485829&ori=1.
Brasil, Conselho Nacional de Justiça (2020). Resolução 347/2020. https://atos.cnj.jus.br/atos/detalhar/3518. Acesso em 14 de junho de 2024.
Brasil, Ministério da Economia, Departamento Nacional de Registro Empresarial e Integração (2021). Instrução Normativa drei n.º 55, de 02 de junho de 2021. Diário Oficial da União. https://www.gov.br/economia/ptbr/assuntos/drei/legislacao/arquivos/legislacoes-federais/in-55-2021-altera-81-e-revoga-dispositivo-da-82-v2.pdf.
Brasil, Supremo Tribunal Federal (2021). Case law compilation: covid-19. https://portal.stf.jus.br/noticias/verNoticiaDetalhe.asp?idConteudo=466533&ori=1.
Brasil, Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (2021). Portaria n.º 91/2021. https://www.tjdft.jus.br/publicacoes/publicacoes-oficiais/portarias-conjuntas-gpr-e-cg/2021/portaria-conjunta-91-de-01-09-2021.
Brasil, Tribunal de Justiça do Maranhão (2020). Provimento n.º 59/2020. https://www.tjma.jus.br/atos/cgj/geral/500429/205/pnao.
Bueno, K. M. e Machado, T. (2023). A linguagem simples como instrumento do acesso à justiça. Humanidades & Inovação, 10(18), 137-148.
da Silva, G. D., Serafini, G. e Bernardino, M. (2023). Explorando o uso do Visual Law na prática jurídica: Um survey. In Anais da VII Escola Regional de Engenharia de Software (pp. 149-158). Sociedade Brasileira de Computação (SBC). https://sol.sbc.org.br/index.php/eres/article/view/27035.
de Azevedo, B. (2020). Elementos visuais em petições na visão da magistratura federal. Vi-suLaw. https://www.conjur.com.br/dl/vi/visulaw-pesquisa.pdf.
Espírito Santo, Tribunal de Justiça do Espírito Santo (2021). Provimento n.º 45/2021. TJES E-Diário, (6361). https://sistemas.tjes.jus.br/ediario/index.php/component/ediario/?view=content&id=1114817.
Hagan, M. (2020). Legal design as a thing: A theory of change and a set of methods to craft a human-centered legal system. Design Issues, 36(3), 3-15. https://doi.org/10.1162/desi_a_00600.
Juiz imita despacho de colega para criticar petição longa (8 de abril de 2014). Migalhas. https://www.migalhas.com.br/quentes/198781/juiz-imita-despacho-de-colega-para-criticar-peticao-longa.
Lara, K. M. e Dias, C. da C. (2024). Promovendo acessibilidade e compreensão na área da informação jurídica: Uma abordagem inovadora para compatibilizar a linguagem especializada com a linguagem não especializada. Ciência da Informação em Revista, 11, 1-20. https://doi.org/10.28998/cirev.2024v11e16631.
Mik, E. (2020). The limits of visual law. Journal of Open Access to Law, 8(1), 1-13. https://ojs.law.cornell.edu/index.php/joal/article/download/104/99/.
Opice Blum, Bruno e Vilela, C. (2022). Pesquisa sobre a magistratura estadual.
Pará, Tribunal de Justiça do Estado do Pará (2021). Portaria Conjunta n.º 5/2021-GPNP/CGJ. https://www.tjpa.jus.br/CMSPortal/VisualizarArquivo?idArquivo=1009065.
Paroski, M. V. (2006). Do direito fundamental de acesso à justiça. Scientia Iuris, 10, 225-242.
Rabelo dos Santos, B. (2023a). A visual law na justiça do trabalho brasileira: Aplicação em sentenças e acórdãos. Revista Eletrônica do trt-pr , 12(121), 195-210. https://juslaboris.tst.jus.br/handle/20.500.12178/224017.
Rabelo dos Santos, B. (2023b). Visual law aplicada à justiça do trabalho no Brasil: Proposta de adoção de resumo expandido de atos judiciais. [Dissertação]. Universidade Estadual de Ponta Grossa. https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UEPG_a25bce6bec3a749e98fd67f8ef73acc4.
Rabelo dos Santos, B. e Torres, S. (2024). Visual law como instrumento de acesso à justiça: Procedimentos e finalidades. Direito, Processo e Cidadania, 3(1), 79-95. https://doi.org/10.25247/2764-8907.2024.v3n1. Tocantins, Tribunal de Justiça do Tocantins (2021). Resolução n.º 31/2021. http://wwa.tjto.jus.br/elegis/Home/Imprimir/2525.
Zavaglia, A. e Ulandowski, A. P. (2020). Legal design e visual law: Comunicação entre o universo do direito e os demais setores da sociedade. Thomson Reuters. https://www.thomsonreuters.com.br/content/dam/openweb/documents/pdf/Brazil/white-paper/legal-one-e-book-visuallaw-2020.pdf.
Publicado
Cómo citar
Número
Sección
Licencia
Derechos de autor 2025 Taysa Schiocchet, Aléxia Luiza Pereira de Andrade, Paula Carina de Araújo

Esta obra está bajo una licencia internacional Creative Commons Atribución-NoComercial-CompartirIgual 4.0.
La rivista consente all'autore (s) di mantenere i diritti di pubblicazione senza restrizioni.
Le journal permet à l'auteur (s) de conserver les droits de publication sans restrictions.
The journal allows the author (s) to retain publication rights without restrictions.
La revista le permite al autor(es) retener los derechos de publicación sin restricciones
Die Zeitschrift ermöglicht es dem / den Autor (en), Veröffentlichungsrechte ohne Einschränkungen zu behalten.
A revista permite que os autores mantenham os direitos de publicação sem restrições.



































