A economia da dignidade
DOI:
https://doi.org/10.24142/raju.v8n17a7Palavras-chave:
Economia, desenvolvimento, dignidade, cooperação, espaçoResumo
O artículo enuncia a evolução histórica da economia como ciência social para uma pretendida ciência exata, esquecendo o seu ethos: o homem. Adverte a diferença entre crescimento e desenvolvimento, e como este é concentrado em poucos países, deixando imensos grupos de população na condição de atrasados. Destaca os esforços realizados pela comunidade internacional após a Segunda Guerra Mundial. A criação da ONU, a declaração dos Direitos Humanos, baseados no pilar da dignidade, e programas solidários, como o Plano Marshall, em procura de redistribuir os avanços que geram riqueza produtiva. Ressalta o agravamento da desigualdade por causa da globalização e o império do capitalismo financeiro, facilitados pelos avanços tecnológicos, o que faz com que surja a economia da indignidade que gera sentimentos e protestos de indignação. Depois de serem referidos recentes enfoques históricos sobre a teoria do desenvolvimento econômico, é proposto o uso dos mesmos avanços da tecnologia, junto ao conceito de solidariedade e o desenvolvimento do talento humano, a partir dos espaços físico, temporal e o ciberespaço, para gerar a Economia da Dignidade, na qual tem de prevalecer o ser humano e o respeito pela natureza, começando por recursos vitais quanto os hídricos, hoje em dia escassos e em vias de privatização.
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